Seplan divulga relatório final do Índice de Qualidade da Gestão Orçamentária

Seplan divulga relatório final do Índice de Qualidade da Gestão Orçamentária destaca informações centrais do caso e amplia a compreensão sobre o tema.

O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria Especial de Planejamento, Orçamento e Inovação (Seplan), divulgou, neste mês de junho, os resultados do Índice de Qualidade da Gestão Orçamentária (IQGO). Desenvolvido pela Subsecretaria de Programação Econômica e Orçamento (SPEO), o IQGO utiliza seis indicadores, baseados em dimensões específicas do orçamento, a fim de realizar uma medição sobre a capacidade de gestão, planejamento e execução orçamentária dos órgãos da administração estadual durante o período analisado.

O índice serve como um instrumento através do qual o governo consegue avaliar a qualidade do seu planejamento orçamentário e contribui para que as secretarias e órgãos pensem em estratégias para melhorar seu planejamento no ano seguinte, concretizado no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), explicou a analista orçamentária da Seplan e parte da equipe responsável pelo cálculo do IQGO, Riane Espinheira.

Seplan divulga relatório final do Índice de Qualidade da Gestão Orçamentária

“O IQGO, resumidamente, serve de parâmetro de comparação entre um ano e outro do que realmente os órgãos conseguiram melhorar ou não. O IQGO traz reflexão para o órgão,  parâmetros de melhoria, o quanto que evoluiu ou não na qualidade orçamentária dos processos internos do seu planejamento, consegue identificar com mais precisão onde foi o erro”, ressaltou.

Com o objetivo de possibilitar que os órgãos do governo estadual consigam realizar uma autoavaliação mais precisa de sua gestão, além da nota final, o documento ainda informa os resultados em cada um dos seis indicadores: Foco na Missão (FNM); Execução Física Total (EFS); Acerto no Planejamento Orçamentário (APO); Exequibilidade Orçamentária (EQO); Foco na Execução Orçamentária (FEO); e Execução Financeira Total (EFN).

Na edição de 2025, a única mudança metodológica adotada ocorreu no cálculo do indicador de Execução Financeira Total (EFN). O EFN passou a considerar a média estadual referente aos Restos a Pagar Não Processados que foram efetivamente pagos nos últimos três anos, o equivalente a 65,29%. Dessa forma, é possível apresentar um resultado mais fiel à realidade orçamentária vivenciada por cada um dos órgãos.

Foto: Robert Silva

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Fonte: Faxaju