Imbuaça celebra 49 anos de história e resistência em defesa da cultura sergipana

Imbuaça celebra 49 anos de história e resistência em defesa da cultura sergipana traz detalhes relevantes sobre o assunto e contextualiza o tema para os leitores.

Artistas destacam necessidade de políticas públicas para manutenção dos grupos culturais, enquanto Robson Viana defende o fortalecimento da cultura sergipana em sua proposta de mandato

O mais antigo grupo de teatro de rua em atividade ininterrupta, o Imbuaça, celebra, nesta sexta-feira, 28, 49 anos de existência e resistência. Em comemoração à data, o grupo realizou a estreia do espetáculo “De Mulambo e Filó”, na Praça Fausto Cardoso, em Aracaju. A peça é uma homenagem a Dona Lalinha do Reisado de Laranjeiras, artista popular falecida há 30 anos, e retrata a história de uma companhia de teatro de rua e sua luta pela sobrevivência.

Imbuaça celebra 49 anos de história e resistência em defesa da cultura sergipana

Ao longo de sua trajetória, o grupo atua na formação de novos artistas, mantendo viva a tradição do teatro de rua e da cultura popular sergipana, mesmo diante das dificuldades.

Desde o princípio, as apresentações do Imbuaça são fundamentadas nas manifestações populares de Sergipe e na literatura de cordel.

O ator e fundador do grupo Imbuaça, Lindolfo Amaral, defendeu a necessidade de ampliar as políticas públicas voltadas às manifestações artísticas e às culturas populares. “Nós exigimos que haja sempre políticas públicas para as manifestações artísticas. Eu não falo especificamente do teatro, mas falo de todas as manifestações, inclusive das culturas populares. Nós acreditamos que as festas cumprem uma importância muito grande dentro do calendário, mas é necessário pensar nesses grupos que precisam sobreviver. Acredito que é extremamente importante que a gente tenha, no Congresso Nacional, parlamentares que possam destinar emendas parlamentares às manifestações artísticas, para a sobrevivência e manutenção dessas manifestações no seu cotidiano”, disse.

A atriz e professora Sandy Soares chamou atenção para a necessidade de garantir condições para que os grupos culturais já existentes consigam continuar atuando. “Acredito que aqui em Sergipe a gente precisa de bons projetos, de projetos que incentivem que a arte seja levada, que continuem também os projetos já existentes, a manutenção dos grupos. Hoje em dia, a gente tem muitos grupos em Aracaju que nascem aqui em Sergipe, mas que às vezes não conseguem permanecer. Então, eu acredito que seria realmente esse investimento para a manutenção das sedes, para a valorização das oficinas de teatro que esses grupos oferecem”, pontua.

Em sintonia com as demandas apresentadas pelos artistas, o candidato a deputado federal Robson Viana incluiu a valorização da cultura sergipana entre as propostas para o mandato, com ações voltadas ao fortalecimento da produção cultural e à valorização de quem vive da arte. “Valorizar a cultura sergipana é preservar a nossa identidade, a nossa história e as nossas tradições, mas também reconhecer que a cultura movimenta a economia, gera trabalho, renda e oportunidades. Quem vive da arte precisa ter apoio e condições para continuar produzindo e transformando a vida das pessoas”, afirma.

Fonte: Assessoria de Comunicação do candidato a deputado federal Robson Viana

Fotos: Mariana Bispo

Você acabou de ler:

Imbuaça celebra 49 anos de história e resistência em defesa da cultura sergipana

Veja também outras notícias em CajuNews.

Fonte: Faxaju