Cirurgião Oncológico da Rede Primavera participa do 5º Congresso Científico Internacional

Entre os dias 07 e 09 de maio de 2026, o Hotel Intercontinental, em São Paulo, reuniu especialistas de diferentes partes do mundo para discutir o que há de mais atual no diagnóstico e tratamento de tumores que afetam o peritônio, uma membrana fina que reveste a cavidade abdominal, com foco na qualidade de vida dos pacientes.

O 5º Congresso Científico Internacional da International Society for the Study of Pleura and Peritoneum (ISSPP) trouxe uma edição repleta de inovação, integração e avanços científicos, com a oportunidade de unir profissionais envolvidos na jornada dos pacientes com metástases peritoneais. Patologistas, radiologistas, anestesiologistas, intensivistas, cirurgiões e oncologistas clínicos compartilharam o palco com nutricionistas, fisioterapeutas e outros especialistas cujos papéis se tornaram cada vez mais essenciais no cuidado perioperatório e no suporte de longo prazo ao paciente.

Sempre presente nos principais congressos, a Rede Primavera esteve representada pelo cirurgião oncológico, Dr. André Rodrigues. “Foram dias de aprendizados, experiências, em um espaço onde a ciência, a prática clínica e a inovação convergem, com discussões sobre as formas de tratamentos cirúrgicos oncológicos para as neoplasias do peritônio ou para os quadros de doenças metastáticas que se disseminam pelo peritônio, técnicas como a HIPEC – tratamento oncológico avançado que combina cirurgia para a remoção de tumores visíveis com a aplicação de quimioterapia aquecida diretamente na cavidade abdominal, que é indicada para cânceres que se espalharam pelo peritônio. Essa técnica usa calor (41-43 graus) para aumentar a penetração da droga e destruir células microscópicas remanescentes, além do Pipac – que é um método inovador e minimamente invasivo de tratamento de câncer, no qual a quimioterapia é aplicada em forma de spray  diretamente dentro da cavidade abdominal durante uma laparoscopia. Nosso propósito é avançar no tratamento da doença peritoneal e, em última análise, melhorar a vida das pessoas”, ressaltou Dr. André.

Texto e foto assessoria