História e trabalho: Os fatos desmentem declarações sobre Carlinhos de Brejo Grande

História e trabalho: Os fatos desmentem declarações sobre Carlinhos de Brejo Grande traz detalhes relevantes sobre o assunto e contextualiza o tema para os leitores.

Em recente participação no programa do jornalista Lucas Serra, o deputado estadual Cristiano Cavalcante afirmou que “não tira o chapéu” para Carlinhos de Brejo Grande, ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual pelo PSD. Ao alegar ser da mesma região e não reconhecer a capacidade gestora de Carlinhos, o parlamentar parece ignorar o julgamento da própria população local e a extensa lista de transformações operadas no município ao longo das últimas décadas.

Para entender a relevância de Carlinhos na política do Baixo São Francisco, não é preciso ir longe, basta olhar para as urnas e para as ruas.

História e trabalho: Os fatos desmentem declarações sobre Carlinhos de Brejo Grande

Carlinhos não apenas foi eleito prefeito de Brejo Grande por três vezes, como também se consolidou como a principal liderança política da região, sendo o grande articulador e fiador de sucessivas gestões vitoriosas, ajudando a eleger sucessores, entre dois sobrinhos, um irmão e um aliado político.

Essa hegemonia popular não se constrói com discursos, mas com serviço prestado.

Antes de Carlinhos, a realidade de Brejo Grande era moldada por dificuldades extremas que hoje parecem distantes graças à sua atuação e à de seu grupo político. O trabalho frente à prefeitura não apenas modernizou a sede, mas levou cidadania aos povoados.

Em tempos em que os jovens precisavam se deslocar de caminhão “pau de arara” até Neópolis para estudar o antigo segundo grau, Carlinhos implantou o Projeto Somem.

Indo além, trouxe a Universidade Aberta do Brasil (UAB/UFS), evitando que os estudantes fossem obrigados a ir para Penedo/AL ou Aracaju para cursar o ensino superior, pois ele conhece essa realidade, quando jovem foi obrigado a sair de sua cidade para poder estudar.

Criou também o Projeto Brasil Criança Cidadã, capacitando dezenas de jovens carentes como carpinteiros, pintores e artistas plásticos.

Na histórica Rua do Sol, onde predominavam casas de taipa e palha em meio à lama, Carlinhos construiu residências de alvenaria e pavimentou a via, estendendo o conjunto com mais de 50 novas casas.

Ergueu ainda o Conjunto Santa Rosa, no Povoado Brejão e participou da expansão do Conjunto Luiz Ferreira, garantindo teto e dignidade a centenas de famílias.

Foi o responsável pela construção do Povoado Saramém após o mar invadir o antigo Cabeço.

Reformou e ampliou a Clínica de Saúde da Família Marechal Deodoro da Fonseca, trazendo especialidades médicas inéditas, além de erguer o Posto de Saúde de Saramém.

Sua visão futurística e empreendedora transformou locais degradados em cartões-postais e espaços de convivência, a exemplo da construção da Praça Santo Antônio na entrada da cidade e da ampliação da Praça da Bandeira.

A liderança de Carlinhos como cabeça do seu grupo político garantiu que Brejo Grande mantivesse o ritmo de investimentos no pós-gestão direta. O legado que o deputado Cristiano Cavalcante optou por desconsiderar inclui avanços históricos viabilizados sob a orientação e apoio de Carlinhos Ferreira.

Liderança política não se impõe por decretos ou por falas em programas de rádio, mede-se pela memória da população e pela transformação visível nos cantos da cidade.

Ao afirmar que “não tira o chapéu”, o deputado Cristiano Cavalcante expressa uma opinião pessoal desconectada das conquistas históricas de Brejo Grande.

Quem conhece a realidade do Baixo São Francisco sabe que a história do município se divide entre o antes e o depois das gestões e da liderança de Carlinhos Ferreira, um gestor reconhecido repetidamente pelo voto e pelas obras que continuam servindo a população de Brejo Grande.

Texto e foto assessoria

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Fonte: Faxaju