Um encontro inédito, concebido especialmente para esta noite. “Cordas, Tambores e Vento” marca a primeira vez que Nino Karvan e o grupo Pifano de Pife dividem o palco em um espetáculo pensado como experiência singular e irrepetível. A apresentação acontece no dia 13 de janeiro (sexta-feira), às 20h, no espaço cultural do Café da Gente Sergipana, anexo ao Museu da Gente Sergipana, em Aracaju.
O projeto nasce da convergência entre a poética sertaneja e a força autoral de Nino Karvan com o sopro ancestral do pífano e a pulsação dos tambores. No palco, violão e canto se entrelaçam às texturas rítmicas e ao caráter ritual do pífano — instrumento profundamente ligado às festas populares, romarias e tradições nordestinas. O resultado é um concerto que transita entre o intimismo e a celebração, entre a contemplação e o batuque, reafirmando a vitalidade da música de raiz em diálogo com o presente.
O repertório costura clássicos da música brasileira que dialogam com o sertão, a poesia e a identidade nordestina. Canções como “Viramundo”, de Gilberto Gil; “Espumas ao Vento”, imortalizada por Fagner; “A Volta da Asa Branca”, de Luiz Gonzaga; “Dona da Minha Cabeça”, sucesso na voz de Geraldo Azevedo; e “Não Chore Mais”, em versão consagrada por Gilberto Gil, ganham novas cores ao serem revisitadas sob a atmosfera de cordas, tambores e vento. Entre releituras e interpretações autorais, o espetáculo constrói uma narrativa musical que equilibra memória afetiva e reinvenção.
Mais que um show, trata-se de um diálogo entre tradição e criação contemporânea — cordas que narram, tambores que convocam e o vento que atravessa. Uma noite única, concebida para acontecer uma vez e permanecer na memória.
A realização é da Nosso Dom Produções, produtora cultural com atuação destacada em Aracaju e reconhecida pela curadoria de projetos que valorizam a sergipanidade e a música brasileira de excelência. Com vasta experiência em festivais e produções nos principais teatros do estado, a Nosso Dom vem consolidando uma agenda artística consistente, promovendo encontros singulares entre artistas e público e fortalecendo a cena cultural sergipana.
Texto e foto assessoria